O futuro do desenvolvimento da IoT com a chegada do 5G

O futuro do desenvolvimento da IoT com a chegada do 5G

Muito se espera do 5G, já que é a primeira rede escalável, versátil e eficiente em relação ao consumo de energia em dispositivos. Principalmente quando falamos de previsões para o futuro e conexões com objetos, ou seja, IoT (Internet of Things). A previsão dos maiores especialistas da área é de que serão 20 bilhões de coisas conectadas até 2020 e esse mercado já está avaliado em US$ 1 trilhão. 

As redes 2G, 3G e 4G não têm preparo estrutural para aguentar um fluxo tão grande de dados com um tempo de latência tão baixo, já que não foram planejadas para esse tipo de uso. Além disso, não tem a capacidade para conectar um milhão de dispositivos por quilômetro quadrado. Com o 5G, isso poderá ocorrer dentro de fábricas, cidades e outros ambientes que tem um fluxo maior de pessoas.   

Até agora o foco das redes foi em comunicação, desde voz, dados e um fluxo maior deles, com a chegada do streaming, sempre com a conexão em dispositivos móveis. Já o 5G é fundamental para que toda essa tecnologia se desenvolva. Ele foi pensado para ser mais eficiente, não só operando uma maior quantidade de dados, mas também várias coisas conectadas ao mesmo tempo, além de permitir baixa latência para as aplicações em tempo real ou de caráter crítico. 

Vamos falar sobre três conceitos muito importantes quando pensamos no futuro com o 5G: IoT Massiva, IoT Crítica e Inteligência Artificial.  

A IoT Massiva é o que as empresas podem esperar para o futuro com o 5G, com diversos objetos conectados de uma vez. Um exemplo prático é a conexão de todos os medidores de água, luz e gás em uma metrópole.  Por isso, a Cellular IoT é tão importante, com uma única rede, é possível sincronizar todas essas demandas. Isso possibilita a redução de complexidade e do custo, além da flexibilidade para desenvolvimento de novas tecnologias e facilidades, tanto para o uso da massa, quanto para as indústrias.  

Além de ser mais fácil, o uso de dispositivos móveis é mais acessível a todos, o que coloca o 5G como principal instrumento para esse novo modelo de tecnologia chegar para todos. Assim como a segurança de informação, já que será necessária uma velocidade maior, assim como a melhoria do desempenho e suporte por parte dos servidores. Ou seja, a rede de quinta geração será um sistema projetado para suportar todo essa dinâmica, com alta confiabilidade. 

Então chegamos as questões de Critical IoT, que se caracterizam pela baixa latência, alta confiabilidade e velocidade nas taxas de dados. Esse setor consegue atender aos requisitos extremos de muitas aplicações conectadas em área ampla. Um exemplo prático é o sistema de transportes inteligentes ou uma linha de produção totalmente imersiva.  

Outra aplicação muito antecipada é em cirurgias médicas ou esteiras de produção de chips, que necessitam de precisão e de um controle maior com respostas rápidas, além do uso em processos dinâmicos como V2V e V2I.  

Mesmo no dia a dia das pessoas, um sistema de coleta de lixo inteligente funcionaria para entender quais lixeiras estão cheias e quais não são necessárias a coleta, por meio de monitoramento. Pode até ser possível saber, por análise de imagens, o conteúdo da lixeira, se é material reciclável, qual o peso e outras características. Então, chegamos a questão da evolução da IoT em conjunto com a Inteligência Artificial. 

Objetos inteligentes permitem mais automação em coisas simples e imprescindíveis da vida, como a própria coleta, que possibilitaria a redução do custo e uma melhor manutenção que pode ajudar, inclusive, na saúde da população. Enfim, estamos no começo do desenvolvimento da IoT e muitas coisas podem ser esperadas com a chegada do 5G, que deixará mais fácil o uso e conexão das coisas para o uso da sociedade e empresas. 

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